O PT, o pobre como categoria política e o crime contra a população desarmada

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Luiz Roberto Benatti

Com a lei 10826, do dia 22 de dezembro de 2003, o famoso Partido dos trabalhadores, através do grande chefe, proibiu aos civis o porte regular de arma. Como o bandido não é entendido como integrante da população civil, ele se arma, sai à rua, invade residência ou loja, rouba, atira e mata. Foi o caso do médico que, ao retornar à chácara, deu com o bandido ao lado do caseiro rendido que nele atirou para matar. Acertou-lhe a bexiga e o médico, felizmente, continua vivo. Ele não poderia estar armado, a não ser que pagasse taxa por uso de revólver, preenchesse papéis justificativos de porte, passasse por exame psicotécnico para provar que não é biruta e sairia da polícia com munição marcada, o que implica em dizer que o civil é obrigado a comprovar a necessidade. Como o bandido tem necessidade de matar para não morrer, não precisa comprovar nada. O bandido é pobre, categoria política criada pelo PT que, por força desse entendimento, faz de tudo para que o pobre não enriqueça de vez e passe a integrar a classe média, porque se não ele deixará de votar na turminha brava de Brasília. Por que o PT politizou o pobre? Elementar, meu caro Zé Dirceu! Para garantir que o eleitorado continue cativo para sempre. A população civil morre armada ou desarmada, ainda que a segunda situação seja a costumeira. Andar armado é atentar contra os princípios cristãos. Morrer é condição da vida social.

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