Kant, o Belo e o Sublime

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Luiz Roberto Benatti

disse-me ela na praia bela é a concha a prancha líquida do oceano a leva ao que lhe respondi vale uma pechincha tem manchas e arrebenta-a a lancha fui então enfático bela é a tempestade criada pela potestade divina majestade ao que ela me contradisse você não sabe da missa a metade e só diz ambigüidades sob o guarda-sol Kant sussurrou “Auf Wiedersehen, Jungs stur. Ich bin zu spät zum Unterricht”/ Adeus, crianças estúpidas. Estou atrasado para a aula e rápido afastou-se.

 

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