A flor do espanto

001

Luiz Roberto Benatti

 

Toulouse-Lautrec

negou-lhe o nome

era a fada verde

cheiro de losna

açúcar do anis

terrível absinto

fomos  até bem tarde

bêbados  sem argumento

ele falava Francês

nós, o Esperanto

Joyce bebia ao lado

como bom irlandês

na mesa do canto

o melhor juiz

Pierre Ordinaire

savoir faire?

ela se ri de quem colheu

o malmequer

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s