O Teatro municipal

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Luiz Roberto Benatti

 Como Ernesto Ramalho, Warley Agudo Romão foi para a prefeitura sem ter deixado em casa a cabeça de  republicano convicto: depois do prédio da administração pública, ele mandou que se erguessem os edifícios da Câmara e o Fórum, quer dizer, Executivo, Legislativo e Judiciário. Não se deu por satisfeito porque nos faltava ainda o teatro para as Artes e a reeducação das criaturas da comunidade. O projeto encomendado ao casal Bila e Luiz de França Rolland estreou no dia 18 de janeiro de 1981 com a peça Carlitos no circo. Como os catanduvenses ficaram muito satisfeitos com o teatro, a prefeitura prolongou a festa inauguratória com a peça do húngaro João Bethencourt – Tem um psicanalista na minha cama – e a dança “Gente” do grupo de balé Cisne negro. Bethencourt diplomou-se em Dramaturgia nos EUA, recomendação que nos deixava muito bem com a escolha da comédia que satirizava a classe média com o tema da traição conjugal. O teatro chamou-se Luiz Carlos Rocha, depois rebatizado com o nome de Aniz Pachá que não  tinha nada  a ver com a história.

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