Pombos no telhado e parolagem sobre a Estação cultura

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Luiz Roberto  Benatti

 

Matéria estampada pelo jornal O regional classifica como de abandono o prédio da Estação cultura e acrescenta que, em razão do fato, a responsável pela condução da secretaria resolveu tomar medidas paliativas (sic!). Ora, se são paliativas, por que foram tomadas? A repórter repete que os pombos infestaram o local etc. e a sra. secretária saiu-se com a seguinte pérola de retórica: “Providenciamos a imediata manutenção das telas …”. Nada como deixar falar o inconsciente para que, nesse afloramento, possamos nos dar conta do interdito: Se ela providenciou a manutenção, é porque as telas já estavam no local, se não como iria você manter o inexistente? Os pombos são perigosos? Claro que o são. Por que gostam eles de habitar telhados? Porque são aves silvestres de montanha, ora migrados para as cidades pela escassez de alimento e gaviões predadores mas também porque encantam as crianças que, instruídas por nós, dão-lhes a ração diária. Nós fizemos isso em 2005 logo depois que inventamos a Estação. Quanto ao salão de exposições, e apenas para avivar a memória fugaz, lembro que a segunda grande mostra – o período de ouro da cidade – foi visitada por 13 mil pessoas, dentre as quais os irmãos, a mulher e o sogro de Afonso Machione. Ele viajara para São Sebastião dos Anzóis.

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