O amor nos tempos do trabalho compulsório

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Luiz Roberto Benatti

 

minha mão não tem pelos

mas o suor a banha sempre

como a espuma do mar

lava a areia suja da praia

 

o poema quer ouvir a si mesmo

quando os olhos da mulher amada

crêem que uma folha na tempestade

é verdadeiro sinal de encantamento

 

o dono trabalho precisa de 30 dias

para provar que o barro  amassado

tem maciez  suficiente para durar

até o próximo e pedregoso Verão

 

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