Entrevista com Maria Fernanda Elias Maglio

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1a.) Em alguns de seus contos, os nomes de Pindorama e Catanduva surgem como parte da mitogeografria do escritor ou a senhora tem raízes nessas localidades?

 Minha intenção era a de escrever um conto que se passasse em uma cidade do interior de São Paulo e desta vez não queria usar minha própria cidade (Cajuru) como referência. Escolhi Pindorama e Catanduva como  forma de homenagear meu sogro, Ivan Maglio, catanduvense e Raduan Nassar, um escritor de que gosto muito.

2a.) Por que a troca de cartas, numa época quase monossilábica, resulta quase sempre em trabalho literário positivo?

 As cartas surgiram como exercício em uma oficina literária que eu frequento. A ideia era de que escrevêssemos um conto em forma de cartas. Gostei tanto da experiência que pretendo transformar esta história em um romance epistolar.

 3a.) A senhora segue à risca a máxima latina de Plínio,o velho: Nulla dies sine linea?

 Tento escrever todo dia, durante uma hora, independentemente de estar me sentindo inspirada ou não. É claro que nem sempre consigo, mas tento levar a sério o conselho do Picasso de que, se inspiração vier, que ela me encontre trabalhando.

[A contista lançará o livro Enfim, imperatriz nos primeiros dias de dezembro na Livraria, bar & café da Editora Patuscada]

 

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