Uma espera a G. G. Marques. Ninguém escreve ao Coronel

010

Armando Artur

Aqui recomeça
O coração da noite.
Na aresta do nosso desdobramento
Celebramos o coração que sangra
De tanto esperar.
Aqui nenhuma procissão se amotina
No coração da noite dividida.

(Noite de Neto ou Neruda?)

No coração da noite
Há uma esperança ao relento.

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