Sou Fujimoto, mas quem mais não poderia ser?

fuji

Luiz  Roberto Benatti

A exposição Sou Fujimoto da Japan house não enche os olhos mas convida a alma a refletir sobre si mesma sempre que ela se estender sobre o microuniverso extracorporal.Entre o prenome nipônico Sou, o verbo ser de nossa Língua e o vocábulo alma do Inglês há proximidades que o visitante poderia explorar, para a seguir entregar-se ao silencioso recolhimento num planeta de ruídos e desassossego. Você só poderá ver a peça minimalista se aceitar dobrar o tronco diante do pedestal encimado pela escultura. Dobre-se para se dar conta dos contornos de sua alma.

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