Kant, o Belo e o Sublime

 

Luiz Roberto Benatti

 

disse-me ela na praia

bela é a concha

a prancha líquida

do  oceano a  leva

ao que lhe respondi

vale uma pechincha

tem manchas

e arrebenta-a a lancha

fui então enfático

bela é a tempestade

criada pela potestade

divina majestade

ao que ela me contradisse

você não sabe da missa a metade

e só diz ambigüidades

sob o guarda-sol  Kant sussurrou

“Auf Wiedersehen, Jungs stur.

Ich bin zu spät zum Unterricht”/

Adeus, crianças estúpidas.

Estou atrasado para a aula

e rápido afastou-se.

 

 

 

 

 

 

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