Rapaziada do Braz

001

Carlos Galhardo

 

Lembrar,

Deixe-me lembrar,

Meus tempos de rapaz,

No Braz.

As noites de serestas,

Casais de namorados,

E as cordas de um violão,

Cantando em tom plangente,

Aqueles ternos madrigais.

 

Sonhar,

Deixe-me sonhar,

Lembrando aquele amor,

Fugaz,

Uma sombra envolta na penumbra,

Detrás da vidraça,

Faz um gesto lânguido,

E cheio de graça,

Imagem de um passado,

Que não volta mais.

 

Tão somente,

Uma recordação,

Restou daquele grande amor,

Daquelas noites de luar,

Daquela juventude em flor,

Hoje os anos correm muito mais,

E as noites já não tem calor,

E uma saudade imensa,

É tudo que resta,

Ao velho trovador.

 

Tão somente,

Uma recordação,

Restou daquele grande amor,

Daquelas noites de luar,

Daquela juventude em flor,

Hoje os anos correm muito mais,

E as noites já não tem calor,

E uma saudade imensa,

É tudo que resta,

Ao velho  trovador …

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s