Recomendem aos nossos homens públicos visitar a Lapônia antes que Papai Noel se mude para a Terra do Fogo

Luiz Roberto Benatti

 Há entre o político eminente e o cidadão médio um conluio: o primeiro mente sobre o que pensa e vai fazer; o segundo crê piamente em  que isso é absolutamente verdadeiro. É simplesmente espantoso ver o Bruschi aqui e ali, pela cidade, porque os colegas não tiram do confortável assento da Câmara suas proeminentes adiposidades dos países abaixo do Equador. Estamos concretados aos nossos cartões de crédito, gravata e ao interminável churrasco. A cidade não existe e quando aparece em sonhos vira pesadelo: a cidade nos incomoda. Os políticos não querem saber de História, razão por que ignoram que o mundo em que viveu Henrique Dumont, o pai do aviador, sucateou-se: suas 33 fazendas que iam de Ribeirão Preto até a nascente do São Domingos são, vistas pela ferrovia, monumentos à nossa incompetência, falta de imaginação e incapacidade para pensar o presente como base de construção do futuro. Os trilhos não sairão de onde estão e só no ano 2030 é que, talvez, possamos transformar os cacos em algo promissor e voltar a pôr em movimento as redes ferroviárias do País. As imagens são de Avaí e Cafelândia. Palavrinha final sobre investir nisso & naquilo:nos próximos meses não teremos recursos para a saúde ou educação. Votem no Bolsonaro e descubram como funciona o Buraco negro deglutidor de galáxias.

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