Ao passar pelo córrego do Ipiranga, não vi rastos de cavalo

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Luiz Roberto Benatti

 

ao passar pelo córrego do Ipiranga

não vi rastos de cavalo

apenas o tropel de algumas nuvens esgarçadas

pelo solstício de Verão

ainda assim e como eram 8 da manhã

insisti em acreditar que o  tonitruante grito

fora muito mais que um estampido oral

e que o mundo é sempre bom

ainda que depois das 3 da tarde

todos os cavalos

fechados nas baias

esperam pela amante do rei

vestida com pompa & circunstância

para uma cavalgada até Santos

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