“O amanhã, o amanhã, o amanhã”

  WILLIAM SHAKESPEARE/Benatti

(de Macbeth, dito por Macbeth)


O amanhã, o amanhã, o amanhã
 arrasta-se neste ritmo desprezível  do dia- a- dia,
Até a  sílaba derradeira do tempo recordado;
E todos os nossos ontens iluminaram dos idiotas
O caminho para a morte coberto de pó . Fora, fora,  vela agonizante!
A vida não passa de  sombra ambulante, um jogador maltrapilho
Que mal se equilibra e aborrece com seu tempo  no proscênio,

Para não  mais ser ouvido. É uma narrativa
Contada por um idiota, inflada por  som e fúria,
Significando nada.

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