Freud & Jung: amigos, amigos. Negócios à parte

Luiz Roberto Benatti.

Jung leu a interpretação dos sonhos, de Freud, e ficou vidrado no livro. Nada parecido com aquilo tinha sido pensado ou escrito antes. Freud reinventou o mundo moderno, em particular o que diz repeito à subjetividade das criaturas humanas. Combinaram um encontro em 1907, que se iniciou às 13 horas e prolongou-se, sem interrupção, por 13 horas. Tinham muita coisa para dizer um ao outro. Jung foi admitido no Círculo de Viena, do qual Freud era imperador e cuja bíblia era a teoria sexual. Freud chamou Jung de “príncipe”, mas quando Carlos Gustavo fez muxoxo para tais “porcarias”, Freud o expulsou do círculo. Tinham sido tão amigos, que juntos escalaram montanha, pescaram, tomaram banho turco nos Estados Unidos, jogaram bilhar, fizeram safári na áfrica, bem antes de Hemingway. Quando Jung enveredou pela religião e o misticismo, passaram a viver nos antípodas.

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