CTV, 2002, um ano a ser esquecido pelo PT local e o mistério das almas penadas

Luiz Roberto Benatti.

No dia 5 de fevereiro de 2002, a Folha de Londrina estampou na capa chamada para a matéria “Bilhete relaciona mortes de Toninho e Celso Daniel” e, dentre os fatos sucintamente relatos fala dum maço de cigarros fabricado na Indonésia e localizado num terreno baldio da Rua Borborema com a 13 de Maio. Alguém era o tabagista e também o rabiscador de nomes escritos numa pedaço de papel metido no maço. Era como se fosse uma lista de vítimas encomendadas, cuja sequência incluísse, além dos mortos, Toninho do PT de Campinas e Celso Daniel de Santo André, os de Félix Sahão Jr. E Marta Suplicy. A matéria relatou também que 4 tiros tinham sido disparados contra a residência de Félix e que a prefeitura, por ameaça de bomba, fora evacuada. Fosse a marca do cigarro indonésio a da imagem acima, ela deveria ser traduzia por “quente”, tão elevado era o calor política daqueles dias que os petistas locais gostariam de ver esquecidos para sempre.

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