Em 1922, tínhamos Carnaval, tutano, senso de modernidade e visão social das coisas

Luiz Roberto Benatti.

Em 1922, graças ao gesto oportuno do vereador Nestor Sampaio Bittencourt, tivemos nosso primeiro Carnaval, para o qual Bittencourt viu aprovada sua proposição de conceder ajuda financeira de 800 mil réis às entidades envolvidas. No encaminhamento da proposição, lê-se que o decreto serviria “até de exemplo futuro”, exemplo que o último prefeito, com azedume, anulou. O povo participou e o percurso dos veículos inaugurou o trajeto a ser refeito nas próximas décadas: Rua Brasil, Pernambuco, Maranhão e Sergipe. Fato de suma importância é que o nosso primeiro Carnaval emparelhou-se com a grande exposição internacional do centenário da Independência no Rio de Janeiro, montada sob a supervisão de Epitácio Pessoa, em quem votamos contra Ruy Barbosa, em nossos dias endeusado pela famosa classe média fora de prumo.

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