Todo mundo vai ao circo, menos eu,menos eu

Alexander Calder /L.R.Benatti

Fuja dos maus políticos, homens azedos devoradores do capim cheio de gordura do erário público, loucos à sua moda, indiferentes à sorte da massa espoliada, capazes de criticar a chuva e a estiagem. Prefira a arenga do homem do megafone que promete e cumpre que o leão era feroz e a bailarina cheia de encantos. Vá ao circo de Alexander Calder para recuperar a doce memória de seus dias de inocência e espontaneidade. Fuja das criaturas que contraíram o mal de Midas. Transformam em ouro tudo o que tocam: lixo, ônibus, cemitério, emissora de rádio, asfalto, água. Vão do berço ao túmulo, mas nunca ao circo.

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