Homem mau dorme bem, para faturar alto no dia seguinte

Luiz Roberto Benatti

As obras visíveis de Afonso Macchione Neto são discutíveis e as invisíveis execráveis. No mundo todo civilizado as bancas de jornal e revista estão na rua. Quantas bancas mandou o prefeito congenial  fechar? Se você, por acaso, respondeu 13, acertou na mosca. Fora da praça, fora da rua, fora do bairro, longe da cidade. Vicente Tomarozzi foi obrigado a pôr abaixo a banca da esquina da Praça da Matriz e levou, de saída, prejuízo de 800 paus. Com a queda na venda de revistas, perdeu, a seguir,  concessão de 45 anos, da qual Giacomo Macchione foi beneficiário no bar da estação da Rua Rio de Janeiro. Ensinei a esse prefeito muitas coisas na década de 70 no velho Barão, mas hoje não saberia avaliar o que ele reteve daqueles dias. Sei apenas que ele é um caso analítico, razão por que deveria deitar-se nos próximos 20 anos num divã freudiano e relatar todas as queixas que nutriu contra o Pai.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.